Sobre o blog

Este site não é meu! Sou apenas o que pode ser chamado de "administradora do blog".

Este blog está sendo criado para que eu compartilhe as mensagens deixadas por meu avô: ABÍLIO JARDIM DA SILVA falecido em 18.11.1993 (aos sessenta e oito anos) por causa do enfisema pulmonar devido ao cigarro.



Abílio Jardim da Silva foi médium e colaborador do Centro Espírita Dias da Cruz de Passo Fundo (RS).






Inicialmente criei estas páginas para poder colocar seus pensamentos, orações e mensagens, mas agora sinto a necessidade de reciclá-lo. Quero que este blog reflita o significado que este Ser maravilhoso teve na minha vida e daqui para a frente será muito pessoal, pois só assim creio poder tocar cada coração que vier a ler estes escritos. Ele queria que sua vida fizesse a diferença, que tivesse um propósito e "não fosse em vão". Então não vou permitir que este blog seja APENAS de mensagens soltas. Para que faça a diferença preciso revelá-lo aqui; que este espaço possa conter sua energia, seja uma espécie de extenção do que ele foi.


Assim, abro as portas para que vocês entrem e de alguma forma possam receber este tesouro que ele nos deixou como exemplo que foi. Não um exemplo de perfeição, mas de um Humano Guerreiro em busca da Luz.


Espero que os familiares compreendam e respeitem esta necessidade.


De todo meu coração a neta mais agradecida deste mundo:


Luciana Paula da Silva (Pequena Luz da Floresta).

















segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PRECE DE CARITAS

Coloco aqui a prece que eles mais gostavam (Abílio e Florinda)

Deus, nosso Pai, que sois todo poder e bondade, daí a força àquele que passa pela provação, daí a luz àquele que procura a verdade, ponha no coração do homem a compaixão e a caridade.
Deus! Daí ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente repouso.
Pai! Daí ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, à criança o guia, ao órfão o pai.
Senhor! Que vossa bondade se estenda sobre tudo o que criaste. Piedade, Senhor, para aqueles que vos não conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que vossa bondade permita aos Espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé.
Deus! Um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, e todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão. Um só coração, um só pensamento subirá até Vós, como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Oh Bondade! Oh Beleza! Oh Perfeição! E queremos de alguma sorte merecer vossa misericórdia.
Deus! Dai-nos a força de ajudar o progresso, a fim de subirmos até Vós; dai-nos a caridade pura; dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se deve refletir vossa imagem.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Mensagem aos fumantes


Estou, como sabem, reformulando este blog e não vou tirar esta mensagem da ordem em que se encontrava. Por esta razão terei de avançar em nossa história e ir para o dia 11 de novembro de 1993 (sete dias antes de seu "desenlace").
O que vou transcrever aqui está no meu diário de desabafo que criei naquela época para aguentar a angústia do que estava vivenciando ao ver o sofrimento e o "definhamento" de saúde do meu avô.
Difícil reviver tudo isso ao escrever, ao mexer em tantos papéis deixados por ele, em tantas fotos que trazem tantas recordações. Mas esta tarefa creio que eu já havia aceitado antes de nascer, é minha dívida para com ele e ao mesmo tempo uma oportunidade.

DO MEU DIÁRIO - Passo fundo 11.11.1993.

Fui visitar o vovô Abílio na C.T.I. do Hospital São Vicente de Paula (...) hoje ele pediu por mim, queria que me chamassem e minha vó assim o fez.
Entrei no box 5, e ao me ver, olhou-me desesperado mostrando a boca (nas noites anteriores ele foi encubado mais de uma vez). A boca estava horrível, sem pele, horrível!
Então perguntei se não queria água e ele fez que "sim" com a cabeça. O desespero dele não tem explicação. Perguntei se algo doía e ele fez que "não" com a cabeça, olhou-me nos olhos (seus olhos transmitem desespero e pavor ao mesmo tempo em que pedem ajuda, por favor...). Ele só gritava (estava sufocando), não conseguia falar, quando pediu num grito: "Me tira daqui!”. 
Expliquei-lhe que os médicos não deixam, mas que, se melhorasse, sairia dali na mesma semana. Então, com os olhos cheios de lágrima, me perguntou: "-E se eu morrer?".

Não saber o que dizer não poder ajudar é a pior coisa; e a "melhor" para alguém sentir-se COMPLETAMENTE INÚTIL.
Quando o horário de visita terminou, entrei de fininho para vê-lo e lá estava o farol da minha vida, a pessoa que mais amo neste mundo debatendo-se em angústia e sofrimento. Novamente indicou-me sua boca (que estava aberta), ele estava se afogando em pigarros (ISTO É PARA OS FUMANTES); sei que é nojento, mas ninguém pensa nestas e noutras consequências que o cigarro trás. Não tenho palavras para descrever a morte de um fumante.
Olhei ao redor desesperada por ajuda e, ao ver uma enfermeira pedi ajuda. A enfermeira olhou-me e disse que não sabia o que fazer porque estava pisando na C.T.I. pela primeira vez. 
Pode?
Deixam a C.T.I. de um hospital nas mãos de alguém inexperiente e ainda sozinha (uma simples aluna de enfermagem). Como não tinha outro jeito acabei eu mesma colocando a mão com uma gaze dentro da boca do vovô e puxei o pigarro; para ajudar a "enfermeira" deixou-me sozinha porque ficou com náuseas. 
Senti-me um animal estúpido por não saber e não poder ajudar melhor. Como complemento mandou-me embora, o horário de visita havia acabado e me descobriram ali. E se eu não estivesse ali, furando o horário?
Então vim embora, deixando um doente terminal nas mãos de enfermeiras inexperientes.

Bem, abaixo segue a mensagem que ele pediu encarecidamente que fosse divulgada.







Estou chegando agora
Ao Hospital da Cidade
Doutor Mentz me mandou
Por sentir necessidade
De apressar o tratamento
Nessa minha enfermidade

Enfisema pulmonar
Proveniente do cigarro
Morrendo por falta de ar
Peço a Deus me dar amparo
De poder pagar meu erro
Que está custando tão caro

Agora estou consciente
Do mal que arranjei pra mim
Porque além do sofrimento
Que começa e não tem fim
Ficar esperando a morte
Não tem coisa mais ruim

Não estou me lamentando
Nem me queixando da sorte
Mas para aqueles que fumam
Eu qero traçar um norte
Abandonem esse vício
De sofrimento e de morte

Depois do mal praticado
Chorar não tira proveito
Cada um faz o que quer
Eu admito e respeito
Mas alertar aos fumantes
Creio que eu tenha direito

Acredite meu irmão
Nem para o pior inimigo
Eu desejo o sofrimento
Que hoje paira comigo
Podendo dizer consciente
Todo o erro tem castigo

Hoje de olhos abertos
Acompanho meu enterro
E consciente como sou
Não me entrego ao desespero
Errar é humano, porém
Nunca persista no erro

Se conselho fosse bom
Eu o teria como ofício
O que temos que passar
Morte, acidente, hospício
Que venha por outros meios
Não por causa do vício

Quando me aconselharam
Pedindo em insistência
Que eu deixasse de fumar
Que viria a conseqüência
Hoje, além do sofrimento
Ainda dói-me à consciência

Dos leitores destes versos
Se só um deixasse o vício
Sentiria-me compensado
Valeu meu sacrifício
Sabendo que minha vida
Não foi mesmo um desperdício.

ABÍLIO JARDIM DA SILVA.

Por que me revoltei com a doutrina espírita


Desde cedo experiências muito próximas relacionadas à morte me chamaram a atenção. É como se fossem um "pisca de alerta" para mim.
            Logo depois que minha amiga Ana faleceu nos mudamos (troquei de escola, de bairro e deixei amigos); eu me despedi "em espírito" da minha bisavó materna Eponina Scultz. Passei a madrugada chorando porque não poderia conviver com ela como eu gostaria e já sentia saudade. Quando me acordaram para dar a notícia eu já estava com a "cara inchada" de tanto chorar.
            Nesta época eu estava no "desenvolvimento" do Centro Espírita Kardecista Dias da Cruz em Passo Fundo (RS). O que eu SENTIA quando pequena era como se eu tivesse muito para dar, muito para ajudar, muito para amar, compreender, INCENTIVAR. Esse sentimento era o meu natural e eu não sabia que nem todos eram assim. Eu me sentia prepara para ME EXPANDIR PARA O MUNDO; eu me sentia grande, importante, especial, poderosa e eu nem imaginava questionar de onde vinha todo esse poder e energia porque era natural.
            Meus problemas começaram a ficar mais sérios quando iniciei a PRÁTICA do que aprendia no centro espírita aliado ao que sentia no meu interior. Vejam bem, de alguma forma eu conseguia passar um recado para os outros jovens com quem convivia ou, no mínimo, deixá-los pensando no assunto que eu levantava. E eu sabia que NÃO ERA POR ACASO que eu havia ido parar numa escola que parecia um hospício e onde tanta gente era agressiva e usava drogas (Ana Luisa Ferrão Teixeira em Passo Fundo). OK! O fato é que tanto os "adultos" quanto os meus mentores começaram a me bombardear com preconceitos e medos que para mim eram infundados, dizendo que eu não devia me envolver com "aquele tipo de gente". Entendam: eu sempre me senti preparada! E nunca vi diferença entre nós e "eles". Eu sentia COM TODO O MEU SER que eu nasci para isso, que era o meu "jeito de ser". No meio deste conflito comecei a me separar da Doutrina Espírita (mas não do meu sentimento cristão nato que independe de rótulos ou religiões ou filosofias de vida) e logo na pré-adolescência, comecei a me revoltar porque naquela época e do jeito com que levaram a situação parecia que eu tinha más intenções e estava "caindo em tentação".  Mas o fato é que: NUNCA HOUVE TENTAÇÃO. O que eu sentia naquela fase quando tentava ALERTAR era PESAR e uma sensação que havia muita gente jovem desperdiçando a vida e jogando no lixo a saúde e um tempo precioso que nunca mais seria recuperado; enquanto os professores ou não se importavam ou temiam represálias e não se envolviam para não se incomodar. Então, tanto a família (e principalmente meu avô) quanto os professores e mentores do centro espírita se colocaram contra a minha atitude e, ao desconfiarem de mim, me desacreditaram e me impediram de continuara a tentar intervir na prática na sociedade em que vivia. Esta foi a gota d'água e percebi muita demagogia à minha volta e que muita gente dava "sermão de cuecas", o que me entristeceu muito.
            Assim resolvi que a Doutrina Espírita não era para mim (eu precisava ser prática e eles só falavam bonito).
CONTINUA.

Xamanismo na prática




xamanismo na prática
            Aos dez anos deixei de ser espírita e aos onze anos nos mudamos (novamente) de Passo Fundo para Chapecó (SC) e foi lá que vivenciei o Xamanismo sem ter ideia do xamanismo ou alguma vez ter ouvido falar no assunto. Isto é, vivi na prátiva o que só viria a conhecer conceitualmente no final de 2010 (aos 39 anos).
            Vejamos: Aos sete anos deixei de ouvir (clariaudiência) o que as pessoas falavam enquant estavam em outros lugares porque me convenceram que alquil era impossível e não era NORMAL. Aos dez anos me desvinvulei de uma doutrina que não me dava a liberdade para agir, só para falar e compartilhar com os "do mesmo meio". Estava então me sentindo "um peixe fora da água" quando comcei a viver no meio da natureza e descobrir que assim eu finalmente me sentia EM CASA.
            Aquele ligação que eu tinha com o inconsciente das pessoas eu redescobri, só que com o Reino Animal. Andando descalço pelo mato sem nunca ter me machucado eu SENTIA onde estavam s animais, principalmente as cobras (que eu respeitava e não copreendia porque as pessoas as matavam). E tinha os maorcegos: sempre terá morcegos!... E em 2012 ao ser apresentada ao Xanamismo e descobrir quais são so meus animais totêmicos e que ficou claro a ligação e me espantei/emocionei com o grau de conexão e facilidade de interação co estes Seres. O morcego representa de fato a capacidade e a benão do Rensacimento enquanto a cora é a Curadora que nos ensina a transmutarmos os venenos que poderia nos prejudicar.
            Em 1996 (aos 25 anos) squando estdei as Obras Completas de Carl Gustav Jung compreendi que se tratava de uma "participação mística com a natureza" como Jung a descreve. Também nesta época conheci os livros de Richard Wilhelm que me esclareceram toda esta relação minha com este reino. Trata-se de uma expriência onde o outrnão está seraparado, mas se é "um só ser". Nunca mais senti tanta LIBERDADE e maravilhamento na minha vida, nada parecido.
            NOTA: Alguém já compartilhou a mesma cachoeira de madrugada com alua cheia com os morcegos? Eles sobrevoam à luz da lua e dão razantes na água e saem voando enquanto soltam um "grito de aleluia" aos céus como diria Clarice Lispector. E eles fazem isso por horas à fio e sempre que terminam uma razante na água eles gritam no céu como se estivessem agradeceno a natureza pela oportunidade. Naõ, eles não nos atacam e é maravilhoso ficar tão perto (creio que para quem consegue ter esta participação mística enão perdeu o contato).
            Mas eu precisava aprender a manter o equilíbrio e não demorou muito para eu descobrir que, como viria a pubrlicar no jornal Diário da Manhã de Passo Fundo anos mais tarde: “Sou mais da natureza do que dos homens...”. Sim, relacionamentos são relamnet DESAFIOS enquanto não aprendemos a atrais pessoas com a mesma vibração e filosofia de vida. E como na época eu não sabia disso os desafios eram uma constante e houve muita dor e separações e mais mortes que marcaram mais dúvidas que desencadearam mais buscas.
NOTA: É estranho como na minha vida TUDO SEMPRE acontece assi: primeiro tem a vivência, a experiência e mais tarde vem, por sincronicidade, o conhecimento que explica o porque e entã as peças se encaixam e o quebra-cabeças fica bem compreensível.
Graças a Deus nunca desisti de buscar também em 1996 (aos 25 anos) eu vivia a descobrir que a principal característica do Ermitão do Tarô é ser um Buscador. Então a Natureza e o Reino Animal eram a contraparte harmonizadora e equilibrador para os relacionamentos desafiadores. Hoje sei que no Terceiro Plano (Terra) os relacionamentos são regidos elo Quarto Raio Cósmico, Raio da Harmonia Através do Conflito, e são a principal fonte/bateria do carma e do crescimento espiritual, psicológico, humano.
            (O que eu precisava saber ou descobrir naquela época é que: primeiro) eu tinha que ser mais forte/segura e me assumir com eu realmente era; e segundo) eu não precisava me “adequar” à sociedade e tentar ser “normal” porque ao mudar para agradar e ser aceita eu criava justamente os problemas e dificuldades que procurava superar e me afastava cada vez mais do significado da minha vida e do meu ser.
Mas em meio a tantas separações e a tantos adeus e dificuldades de toda ordem eu estava me encontrando através dos extravios. O texto abaixo ajuda a confirmar isso; trata-se de um trecho de um pensamento de um dos meus cadernos datado de 20.3.1988 (16 anos).
“Paz Interior”

O amor e a felicidade devem vir de dentro para fora e não o contrário.
A verdadeira felicidade está em nós, em nos amarmos, estar em paz consigo representa estar em paz com o mundo.
(...)
Se existem pessoas perdidas, alienadas, más ou perversas é porque não foram e não são suficientemente amadas.
Por quê?
Porque ainda não se encontraram. 

Coloquei abaixo a carta que recebi do vô Abílio um mês após ter escrito o pensamento acima e o usado como trabalho em aula ( o que me rendeu um DEZ). Como resposta ele escreveu esta carta que passei no escâner. Como está difícil de lê-la abaixo a digitei.




Passo Fundo, 14 de abril de 1988

À nossa querida neta Luciana.

Quisera eu, ter a facilidade com que te expressas nas tuas mensagens e escritas em geral, no entanto ouso responder a tua carinhosa mensagem, por saber da tua bondade, da humildade com que tratas os desprotegidos de cultura, não reparando, nem julgando seus erros e suas falhas, sejam elas de caráter cultural ou mesmo de apresentação material e humana.
Sou um velho jovem de espírito que agradece de coração ao Plano Maior, por ter tido nesta reencarnação terrena uma neta que orgulharia ao mais exigente dos avôs pelos dotes pessoais que possui, ou seja, beleza de corpo e alma, da qual tenho absoluta certeza de que não te envaideces; força de vontade e otimismo, com que enfrentas todas as dificuldades; resignação e obediência a teus mestres e superiores, além do acatamento e carinho dispensados a teus incansáveis progenitores; retidão no modo de conduzir-se na rua, na escola, no lar e na sociedade; amor e devotamento a Deus e ao próximo, procurando levar no mínio ao irmão necessitado, um aperto de mão, um sorriso, uma palavra confortadora, simples, delicada e humilde. Assim eu te vejo nestes últimos tempos não por seres minha primeira neta, mas porque se sobressaem de ti, todas essas qualidades, que de há muito venho admirando e rogando para que cada vez mais, Deus e Jesus te inspire e ilumine na prática do bem e da moral cristã.
Avante, pois, nessa caminhada que, em comparação com a juventude de hoje bem cedo começaste. Não esmoreça, segue em frente, confiante e feliz por saber que muitos jovens procurarão no teu exemplo seguir contigo na mesma caminhada e então Jesus consolidará esse percurso com uma estrada pontilhada de bênçãos que te fortalecerão e revigoarteão se acaso um dia te sentires em desanimo. Vai em frente, porque o bom exemplo, o amor e a caridade, são dádivas divinas, que o espírito encarnado neste mundo de expiações e sofrimentos, jamais poderá esquecer-se de praticá-las. Vai em frente, porque sabes estar procedendo corretamente, sabes também que não terá problemas de consciência. Vai em frente porque com a tua consciência tranqüila saberá sempre discernir o certo do errado, o bem do mal e assim por diante. Vai em frente, porque pensando no bem fazendo o bem sem restrições ou distinções, o mal que por acaso, por esse ou aquele motivo ter procurar, quando chegar até você estará já transformado no bem e só o bem te acompanhará. Vai em frente com teus gestos e atitudes, porque eles sensibilizarão os orgulhosos, iluminarão os ignorantes, aliviarão os infelizes e desesperados, fortalecerão os fracos e oprimidos, incutir a fé é levar esperanças aos descrentes e desiludidos. Vai em frente porque este mundo terreno, precisa de pessoas que acreditem em si próprias, para que proporcionem aos outros motivos de meditarem no que muito está faltando na atualidade: caráter, honestidade, trabalho, amor e confiança, porque nós humanos com esses predicados, estaríamos aptos a construir um lar feliz, uma sociedade sadia, uma cidade verdadeiramente maravilhosa e deste PAÍZ, o verdadeiro coração do mundo, Pátria do Evangelho, levando desse modo para o resto do mundo a paz e felicidade por todos tão almejada. Vai em frente mesmo que este desejo de ver tudo nestas condições num futuro próximo não se concretize, assim mesmo vai em frente, porque estará proporcionando paz e alegria, contentamento e mito Amor, para esta casal de velhos que muito, mais muito mesmo te adoram e te amam e que tu já adivinhou quem são: Abílio Jardim da Silva e Florinda Brigo da Silva.

Amados, são duas estrelas a mais iluminando o céu. Ele (inconscientemente) já sabia que em algum ponto eu iria desaminar.
E se não fosse por ler esta mensagem tantas e tantas vezes, quem sabe?..

CONTINUA.