Sobre o blog

Este site não é meu! Sou apenas o que pode ser chamado de "administradora do blog".

Este blog está sendo criado para que eu compartilhe as mensagens deixadas por meu avô: ABÍLIO JARDIM DA SILVA falecido em 18.11.1993 (aos sessenta e oito anos) por causa do enfisema pulmonar devido ao cigarro.



Abílio Jardim da Silva foi médium e colaborador do Centro Espírita Dias da Cruz de Passo Fundo (RS).






Inicialmente criei estas páginas para poder colocar seus pensamentos, orações e mensagens, mas agora sinto a necessidade de reciclá-lo. Quero que este blog reflita o significado que este Ser maravilhoso teve na minha vida e daqui para a frente será muito pessoal, pois só assim creio poder tocar cada coração que vier a ler estes escritos. Ele queria que sua vida fizesse a diferença, que tivesse um propósito e "não fosse em vão". Então não vou permitir que este blog seja APENAS de mensagens soltas. Para que faça a diferença preciso revelá-lo aqui; que este espaço possa conter sua energia, seja uma espécie de extenção do que ele foi.


Assim, abro as portas para que vocês entrem e de alguma forma possam receber este tesouro que ele nos deixou como exemplo que foi. Não um exemplo de perfeição, mas de um Humano Guerreiro em busca da Luz.


Espero que os familiares compreendam e respeitem esta necessidade.


De todo meu coração a neta mais agradecida deste mundo:


Luciana Paula da Silva (Pequena Luz da Floresta).

















quinta-feira, 7 de outubro de 2010

NÃO DESANIME


Escrito por Abílio Jardim da Silva em agosto de 1982.

Levanta cedo da cama
Com otimismo e confiança
Não deixe apagar a chama
Que acende toda a esperança
A vida enfrenta e não clama
Quem tiver perseverança.

Se quizer encontrar paz
Pensa somente no bem
Não sejas nunca capaz
De fazer mal a ninguém
Se errares volta pra taz
Dando o melhor que tu tem.

Enfrenta sem reclamar
O mal que hoje te cansa
Ânimo para trabalhar
Sem perder a esperança
A fé que vai te animar
Inspira toda a confiança.

E a proteção das alturas
Da idéias celestiais
Das mais distantes lonjuras
Como ricos cabedais
Concretizando a doçura
De todos teus ideiais.

PRISÃO AO CORPO




Quem quiser seguir o bom caminho
Não deve ter medo de pedras, nem de espinhos
Deve enfrentar descalço humildemente
E seguir de cabeça erguida sempre em frente.

Levar na maleta nesta viagem
Muita fé, muito amor, muita coragem
Não desviar-se do traçado itinerário
Nem parar para o descanso que não seja necessário.

Se o cansaço e a sede não suportas
Lembra-te das almas semi-mortas
Que se agarram sedentas as podridões
Tentando rastejar por entre as multidões.

A procura de amparo e de conforto
Uma alma agarrada ao corpo morto
Sem nunca acreditar na vida que se eleva
Chora, soluça, sofre mas não sai da treva.