Sobre o blog

Este site não é meu! Sou apenas o que pode ser chamado de "administradora do blog".

Este blog está sendo criado para que eu compartilhe as mensagens deixadas por meu avô: ABÍLIO JARDIM DA SILVA falecido em 18.11.1993 (aos sessenta e oito anos) por causa do enfisema pulmonar devido ao cigarro.



Abílio Jardim da Silva foi médium e colaborador do Centro Espírita Dias da Cruz de Passo Fundo (RS).






Inicialmente criei estas páginas para poder colocar seus pensamentos, orações e mensagens, mas agora sinto a necessidade de reciclá-lo. Quero que este blog reflita o significado que este Ser maravilhoso teve na minha vida e daqui para a frente será muito pessoal, pois só assim creio poder tocar cada coração que vier a ler estes escritos. Ele queria que sua vida fizesse a diferença, que tivesse um propósito e "não fosse em vão". Então não vou permitir que este blog seja APENAS de mensagens soltas. Para que faça a diferença preciso revelá-lo aqui; que este espaço possa conter sua energia, seja uma espécie de extenção do que ele foi.


Assim, abro as portas para que vocês entrem e de alguma forma possam receber este tesouro que ele nos deixou como exemplo que foi. Não um exemplo de perfeição, mas de um Humano Guerreiro em busca da Luz.


Espero que os familiares compreendam e respeitem esta necessidade.


De todo meu coração a neta mais agradecida deste mundo:


Luciana Paula da Silva (Pequena Luz da Floresta).

















domingo, 8 de agosto de 2010

Precipícios


Escrito por Abílio Jardim da Silva em 1981.

Jesus pregado na Cruz
Morreu sem sentir agravo
Pés e mãos nesse madeiro
Foi transpassado por cravos
Perdoando seus agressores
Na humildade dos bravos
Para que os homens na terrra
Do vício não fossem escravos.

No entanto a humanidade
Vai de encontro aos precipícios
Não há vaga nas cadeias
Não tem lugar nos hospícios
O fumo, o álcool, a droga
Cruéis e funestos vícios
Devora corpos e almas
Nos maiores malefícios.

Muito mais apavorante
Do que a guerra e seus pesares
É o vício predominante
Minando a base dos lares
Pelo efeito das drogas
Sofrendo atrozes azares
E a juventude brilhante
Caindo nos lupanares.