Sobre o blog

Este site não é meu! Sou apenas o que pode ser chamado de "administradora do blog".

Este blog está sendo criado para que eu compartilhe as mensagens deixadas por meu avô: ABÍLIO JARDIM DA SILVA falecido em 18.11.1993 (aos sessenta e oito anos) por causa do enfisema pulmonar devido ao cigarro.



Abílio Jardim da Silva foi médium e colaborador do Centro Espírita Dias da Cruz de Passo Fundo (RS).






Inicialmente criei estas páginas para poder colocar seus pensamentos, orações e mensagens, mas agora sinto a necessidade de reciclá-lo. Quero que este blog reflita o significado que este Ser maravilhoso teve na minha vida e daqui para a frente será muito pessoal, pois só assim creio poder tocar cada coração que vier a ler estes escritos. Ele queria que sua vida fizesse a diferença, que tivesse um propósito e "não fosse em vão". Então não vou permitir que este blog seja APENAS de mensagens soltas. Para que faça a diferença preciso revelá-lo aqui; que este espaço possa conter sua energia, seja uma espécie de extenção do que ele foi.


Assim, abro as portas para que vocês entrem e de alguma forma possam receber este tesouro que ele nos deixou como exemplo que foi. Não um exemplo de perfeição, mas de um Humano Guerreiro em busca da Luz.


Espero que os familiares compreendam e respeitem esta necessidade.


De todo meu coração a neta mais agradecida deste mundo:


Luciana Paula da Silva (Pequena Luz da Floresta).

















segunda-feira, 26 de julho de 2010

APARENTE DESIGUALDADE

Escrito por Abílio Jardim da Silva (sem data).



Todo o mundo quer saber
Porque há desiguladade
Entre os diversos padrões
De vida da humanidade

Ricos, pobres, remediados
Analfabeto e doutor
Gente vendendo saúde
Outros morrendo de dor

Nascem uns em berço de ouro
Outros nascem em pura palha
Poucos existem honestos
Muios existem canalhas

Até na morte se vê
Nem para todos é o sol
Uns vão em caixões dourados
Uns outros envoltos em lençol

Só vemos depois da morte
Quando as causas aparecem
Que não há desigualdade
Todos se encaminham no próprio rítmo à evolução.

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